Eu acho bacana mesmo quando o pessoal usa conceitos de computação para explicar biologia!
Vi esse interessante sobre o vírus H1N1 sob a óptica de um computeiro. O cara se deu ao trabalho de ler um da Nature e dissecou o vírus usando analogias de computação. Em termos computacionais, o vírus pode ser representado por até 26 mil bits de dados brutos. É pouca coisa, equivale a uns 3,2 kbytes apenas.
Pode ser novidade ou não para vocês, mas eu achei interessante saber que existem empresas que fazem síntese de DNA por encomenda. Tipo, o . Claro que eles têm uns mecanismos de verificação para não aceitarem sequências que dêem origem a coisas perigosas.
Outra coisa que descobri: é possível ver as sequências mapeadas do vírus no banco de dados do (National Center for Biotechnology Information). Interessante, será que no futuro teremos banco de dados com acesso livre a sequências de tudo quanto é ser vivo na natureza? Pelo menos já tem na net a do Homo Sapiens. Bem que alguém podia se dar ao trabalho de revisar o código fonte humano…
Recomendo a leitura do (é um pouco grande), vale a pena! Mesmo que não possa ser 100% acurado (como na parte de que seria suficiente mudar 2 bits para criar uma variante letal do vírus – nada garante que uma pequena mudança não vá afetar todo o mecanismo do vírus), ainda assim é worth reading.
Meu respeito por esses 3,2 kbytes de dados aumentou…
Veja mais:
Fonte:
Quase tive saudades dos meus tempos de biotecnólogo e bioquímico rs. Bjss!
Seu site ta muito sério ^^
Isso é um elogio, Eric? =P
Adorei mais este post, Srta GiBorg !
Também curti =D Até que deu vontade de entrar na área de bioinformática…
Saiu no slashdot ontem, né?
Isso, a fonte é de lá e está no final do post =)
@Giseli Ramos
Verdade, só tinha visto isso depois que postei o comentário
No laboratório de biomol toda semana pedíamos sequências de RNA para os laboratórios. A gente isolava a sequência das proteínas de interesse e pedia o antisense.
Pensando bem, não tenho saudade nenhuma.
Parecia um processo um tanto trabalhoso, hein?
Pensando bem… a morte não precisa mais que 5bytes para existir num sistema computacional.
Faça o experimento! crie uma aquivo de texto com a palavra morte para vc ver.
É verdade, Geraldo. Isso num arquivo txt. Agora, o código fonte de um programa em C++ que escreva essa palavra não precisa nem de 100 bytes, mas é verdade que o executável dá uns 6 kb (acabei de fazer o teste aqui hehe).
Fico pensando como seria em assembler, mas já não lembro mais =/
@Giseli Ramos
Não reclama, nem C++ eu lembro. Que dirá Assembly!
Isso que dá só trabalhar com JAVA.
Java é legal, Geraldo =)
@Geraldo Falci
Em python:
print ‘morte’