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	<title>CyberGi &#187; bioinformática</title>
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	<description>Pensamentos de uma IA biológica</description>
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		<title>Sistemas imunológicos artificiais</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 18:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giseli Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[bioinformática]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas imunológicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando estava pesquisando um pouco sobre algoritmos genéticos (basicamente, combinação de genes de soluções e passagens de gerações onde a melhor solução sobrevive), me deparei com mais um tópico interessante da computação baseada em mecanismos biológicos, os sistemas imunológicos artificiais. De fato, a natureza pode nos ajudar muito, levando em conta que já nos deu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando estava pesquisando um pouco sobre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Algoritmo_gen%C3%A9tico">algoritmos genéticos</a> (basicamente, combinação de genes de soluções e passagens de gerações onde a melhor solução sobrevive), me deparei com mais um tópico interessante da computação baseada em mecanismos biológicos, os sistemas imunológicos artificiais.</p>
<p>De fato, a natureza pode nos ajudar muito, levando em conta que já nos deu as redes neurais artificiais, a computação evolucionária, a inteligência de enxames (swarm intelligence) e a computação molecular (de DNA). O sistema imunológico chamou a atenção dos cientistas da computação por sua capacidade de reconhecer padrões (anti-corpos que reconhecem invasores), sua robustez, capacidade de aprendizado, memória e distributividade &#8211; um sistema composto por vários elementos se comunicando eficientemente é de chamar atenção mesmo.</p>
<p>O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_imunit%C3%A1rio">sistema imunológico</a> dos mamíferos (no qual se inclui o nosso) basicamente se divide em duas partes: sistema inato e sistema adaptativo. O inato já vem &#8220;embutido&#8221; quando nascemos e tem anticorpos e células capazes de saber se um objeto estranho entrou no organismo e de diferenciá-lo das nossas células. O adaptativo tem elementos diferentes mas com os mesmos princípios, com a diferença de que muda e se adapta durante o nosso tempo de vida.</p>
<p>Na computação, pode ser usado como reconhecedor de padrões, para segurança de redes, para aprendizado de máquinas e outras coisas mais. Das duas aplicações práticas que vi, uma foi um sistema de detecção de intrusos, para segurança de redes. A outra é um tipo de rede imunológica artificial, uma contrapartida às redes neurais artificiais. Impressionante!</p>
<p>A teoria em si é um pouco trabalhosa e ainda estou a estudando hehe. Quem sabe eu escreva um post detalhado sobre isso <em>for dummies</em>, mas por ora, deixo os links abaixo para a devida apreciação (leitura técnica, ok?). <img src='http://www.giseliramos.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ver mais:<br />
<a href="http://www.dca.fee.unicamp.br/~vonzuben/research/lnunes_dout/index.html">Link</a> de uma tese de doutorado no assunto. No final da página, tem vários links.<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Artificial_immune_system">Verbete</a> da Wikipedia sobre o assunto.<br />
<a href="http://www.artificial-immune-systems.org/">Artificial Immune Systems</a> &#8211; Portal que agrega tudo sobre o assunto.</p>
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		<title>Vírus influenza A em apenas 3,2 kbytes</title>
		<link>http://www.giseliramos.com.br/blog/2009/09/virus-influenza-a-em-apenas-32-kbytes/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giseli Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[bioinformática]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu acho bacana mesmo quando o pessoal usa conceitos de computação para explicar biologia! Vi esse post interessante sobre o vírus H1N1 sob a óptica de um computeiro. O cara se deu ao trabalho de ler um artigo da Nature e dissecou o vírus usando analogias de computação. Em termos computacionais, o vírus pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho bacana mesmo quando o pessoal usa conceitos de computação para explicar biologia! <img src='http://www.giseliramos.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Vi esse <a href="http://www.bunniestudios.com/blog/?p=353">post</a> interessante sobre o vírus H1N1 sob a óptica de um computeiro. O cara se deu ao trabalho de ler um <a href="http://www.nature.com/nature/journal/v459/n7249/full/nature08157.html">artigo</a> da Nature e dissecou o vírus usando analogias de computação. Em termos computacionais, o vírus pode ser representado por até 26 mil bits de dados brutos. É pouca coisa, equivale a uns 3,2 kbytes apenas.</p>
<p>Pode ser novidade ou não para vocês, mas eu achei interessante saber que existem empresas que fazem síntese de DNA por encomenda. Tipo, o <a href="http://mrgene.com/desktopdefault.aspx/tabid-2/">Mr. Gene</a>. Claro que eles têm uns mecanismos de verificação para não aceitarem sequências que dêem origem a coisas perigosas.</p>
<p>Outra coisa que descobri: é possível ver as sequências mapeadas do vírus no banco de dados do <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/genomes/FLU/SwineFlu.html">NCBI</a> (National Center for Biotechnology Information). Interessante, será que no futuro teremos banco de dados com acesso livre a sequências de tudo quanto é ser vivo na natureza? Pelo menos já tem <a href="ftp://ftp.ensembl.org/pub/current_genbank/homo_sapiens">na net</a> a do Homo Sapiens<a href="ftp://ftp.ensembl.org/pub/current_genbank/homo_sapiens/"></a>. Bem que alguém podia se dar ao trabalho de revisar o código fonte humano&#8230;</p>
<p>Recomendo a leitura do <a href="http://www.bunniestudios.com/blog/?p=353">post</a> (é um pouco grande), vale a pena! Mesmo que não possa ser 100% acurado (como na parte de que seria suficiente mudar 2 bits para criar uma variante letal do vírus &#8211; nada garante que uma pequena mudança não vá afetar todo o mecanismo do vírus), ainda assim é <em>worth reading</em>.</p>
<p>Meu respeito por esses 3,2 kbytes de dados aumentou&#8230;</p>
<p>Veja mais:<br />
<a href="http://ds9a.nl/amazing-dna/">DNA seen through the eyes of a coder</a></p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://science.slashdot.org/story/09/09/01/2020255/How-Many-Bits-Does-It-Take-To-Kill-You">Science Slashdot</a></p>
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