Depois de 4 meses…

7, fevereiro, 2010 Giseli Ramos 4 comentários

Esses dias fiz outro mapeamento dos eletrodos do meu implante coclear (basicamente são ajustes na ativação dos eletrodos e sua intensidade de acordo com a frequência) e ainda aproveitei para fazer a audiometria com o implante ligado. Subjetivamente, eu já notei a diferença, mas foi bem gratificante ver numericamente o ganho auditivo! =D Sem mais enrolações, uma foto da minha audiometria do ouvido esquerdo (meio borrada, é verdade):

O que está em azul indica minha audição antes do implante e o que está em verde, com o implante ligado, depois de 4 meses. Quatro meses e já tudo isso! Já dá para notar a diferença, hein?

Para os desavisados, uma breve explicação sobre audiometria. Não faz muito sentido alguém me lançar a seguinte pergunta “quanto por cento de perda auditiva?”. As perdas são diferentes para cada frequência e a audiometria mede justamente o quão alto tem que ser um som em tal frequência (tom puro) para ser identificado pelo sistema auditivo. A imagem seguinte é auto-explicativa (assim espero):

Audiometria

Audiometria

Fonte da imagem: Wikipedia

Get it? Quem tem a audição dita normal/intacta ouve na faixa de 10-20 dB (quanto menor o valor em dB, é melhor a audição). E as frequências da fala humana se situam entre 250 Hz e 2000 Hz, que são as que mais importam.

Na prática, já posso dizer que escuto bastante. Mas notem que há uma grande diferença entre escutar e entender. Já cheguei na parte do “escutar”, mas para entender, ainda tenho um bocado para aprender ^^ Mesma coisa que acabar parando num país estrangeiro sem falar a língua local. O importante é que tô chegando lá e tenho certeza de que vai melhorar! :D

A maior assinatura de email que já vi

3, fevereiro, 2010 Giseli Ramos Sem comentários

Eu e boa parte das pessoas que conheço usamos assinaturas no email, como “Fulano de Tal – Em tal empresa – emailda@pessoa”. Às vezes, com uma frase espirituosa junto. Ok, isso é normal. Mas quando começam a botar imagens de emoticons/certificações/ troféus virtuais, já acho um pouco de exibicionismo. Na minha opinião, claro. Agora, a assinatura que mencionarei a seguir é definitivamente a maior (e a mais sem-noção) que já vi! Veja aqui (não sou doida de colar aqui! :P ) e julgue por si mesmo. O cara bota até as datas e HORAS das revisões na assinatura! O_o

Dica do RicBit.

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Sobre o nosso mundo

30, janeiro, 2010 Giseli Ramos Sem comentários

Essa eu não podia deixar passar. Assisti a um documentário impressionante, de 1 hora e meia, com uma mensagem importante, o “Home”. A dica foi da Cris.

Versão em inglês com legendas em inglês:

Imagem de Amostra do You Tube

Versão em português com legendas de Portugal: Parte 1 (e as outras partes você acha nos vídeos relacionados).

Versão dublada em português: Parte 1 (novamente, você achará o resto nos vídeos relacionados).

Vale muito a pena mesmo ver!

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Apocalipse à la carte

10, janeiro, 2010 Giseli Ramos 11 comentários

Vez por outra me pego bolando planos diabólicos para a Terra, mas por ora, são secretos. Mas não deixo de pesquisar de vez em quando se há humanos escrevendo a respeito.

Lua na Terra

Lua na Terra

Afinal, se há pessoas que escrevem como sobreviver aos zumbis ou a uma queda de um meteoro, também há os que escrevem para fazer apocalipses à la carte.

Pois bem, de acordo com o meu ajudante-de-ordens Google, parece que a “literatura” a respeito de como acabar o mundo tem aumentado um pouco, com os avanços tecnológicos e progressos na física e no entendimento do Universo.

Vamos lá aos achados e às dicas:
How to destroy the Earth – Manual estupendamente completo de destruição, com análises de métodos, viabilidade e local final de descanso. Recomendável para os mad scientists de plantão. Dividido em: Métodos para destruir, Métodos alternativos, Outras maneiras não tão prováveis cientificamente de destruir, Métodos da ficção, Coisas que não vão destruir a Terra e Estratégia geral de geocídio. Um dos destaques do texto:

Hurled into the Sun

You will need: Earthmoving equipment.

Method: Hurl the Earth into the Sun, where it will be rapidly melted and then vaporized by the Sun’s heat.

Feasibility rating: 9/10. Impossible at our current technological level, but will be possible one day, I’m certain. In the meantime, may happen by freak accident if something comes out of nowhere and randomly knocks Earth in precisely the right direction.

Como destruir a Terra em cinco ideias – Texto bem explicativo e em cada passo detalhando os custos, o nível de diversão assistindo de camarote e seus riscos. Preferido do texto:

Idéia 4: JOGUE A LUA CONTRA ELES
Se você prefere pirotecnia, esta é das boas. Dificilmente você verá um show de destruição como este! Mas já vou adiantando, o plano é caro.

Custo: Enorme.
Diversão: Alta.
Risco: Moderado. Prováveis efeitos de cegueira nos desavisados.

How to destroy the world with nanotechnology – Vídeo auto-explicativo sobre o potencial das máquinas de von Neumann. Se você é adepto desse apocalipse pode gostar da Primeira Igreja do Grey Goo.

Death from the Skies! – Livro do Phil Plait sobre os eventos astronômicos que podem afetar a Terra e o Sistema Solar. Se você souber como manipular as leis físicas ao seu favor… Por exemplo, as ejeções de massa coronais do Sol (basicamente é o Sol peidando) podem ser perigosas se forem bem miradas no terceiro planeta do sistema solar.

Programming the Universe – Não é bem um manual de programação universal do Seth Lloyd, mas é uma boa dica para entender os princípios que governam um possível Universo computacional. Dominando esse conhecimento, é muito simples escolher a running thread Earth e mandar um kill the thread ou adicionar códigos/bibliotecas tipo Catastrophe enhanced version 2012.12.

Por ora, é só! Se você tiver dicas e novos métodos, compartilhe aqui! Recompensa para novas ideias: nome na lista de sobreviventes quando eu ligar o apocalyptic mode on.

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A versão do gato de Schrödinger

8, janeiro, 2010 Giseli Ramos 2 comentários

Eu gostei mais dessa versão do gato de Schrödinger, afinal, leva em conta o ponto de vista do felino!

O gato de Schrödinger

O gato de Schrödinger

Vi isso numa palestra TED do físico e surfista Garret Lisi. Dica do Kentaro Mori do 100nexos.

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